Sobre Fábio Almeida

Fábio Portela é investidor desde 2006 e disponibiliza neste site seus conhecimentos adquiridos ao longo do tempo, seja com sua experiência, seja por meio das leituras que fez ao longo dos anos. O autor é mestre em Direito Constitucional e em Filosofia pela UnB, e atualmente cursa doutorado em Direito Constitucional na mesma instituição.

  • Manoel

    Análise sensacional! Parabéns.

  • sid
  • sid

    Depois de ler este post, eu escrevi este (em inglês):
    http://theslothandtheturtle.blogspot.com/2011/12/ebitda-x-cfo.html

  • Emerson

    Parabéns pela análise Fábio. De grande valor!

  • http://dimarcinho.blogs.advfn.com/ dimarcinho

    Parabéns, Fábio!! Seus posts com análise crítica estão ficando cada dia melhores.

    Em algum livro sobre o Warren Buffet que eu li, não lembro qual, menciona que ele nem vê o EBITDA.

    O que é importa é o LUCRO LÍQUIDO!

    []s

  • Claudiio

    Como todo múltiplo, o EBITDA não deve ser utilizado de forma isolada. Acho uma ferramenta de simples leitura e nisso reside sua importância, pois como mostra o excelente post, basta comparar o EBITDA com o resultado (operacional ou líquido) para se ter uma idéia do quanto da operação foi consumida pela rubrica financeira. Ou pelo contrário, quanto do resultado de uma empresa não financeira está sendo engordado com resultado de juros, como no caso da Grendene.

  • Pedro

    Realmente uma ótima análise. Parabéns.

  • Michel Lafer

    Olá Fábio! Muito bom artigo sobre práticas contábeis duvidosas por parte de empresas que enfatizam seu resultado operacional em detrimento do seu resultado líquido – ou mesmo do fluxo de caixa descontado.

    Recomendo a leitura de um artigo publicado na revista RI, de fevereiro de 2006, questionando justamente a validade do EBITDA como parâmetro de geração de caixa por uma empresa, inclusive analisando como tal métrica pode ser válida apenas para situações e setores de atuação específicos, não sendo portanto bom termo de comparação de desempenho operacional para qualquer empresa.

    Aí vai o link pra quem estiver interessado e quiser aprofundar o tema do post:

    http://www.revistari.com.br/arquivo/PDF/RI-96.pdf

    A discussão vai até a página 17.

    Abraços

  • Cris

    mais um aderindo à campanha “empiricus” contra a Marfrig?

    • Fábio Portela

      Cris, esse blog é independente. Não estamos aderindo a qualquer campanha contra qualquer empresa.

  • Fábio Portela

    Pessoal, o artigo não é meu, mas de Diego Muniz e Thiago Hupsel!

    • Elton

      Fábio, o LAIR seria um bom indicador de lucro operacional?!

  • Diego Muniz

    Cris, os questionamentos da Empiricus surgiram enquanto este artigo já estava sendo feito. Eles possuem a metodologia deles para formar uma opinião sobre a Marfrig e nós a nossa, embora a conclusão final seja semelhante.

    Não há nenhuma campanha contra a Marfrig, apenas um questionamento sobre o modo como estão sendo conduzidos e demonstrados os resultados da empresa.

    Grande abraço.

  • Domeneque

    Mais um ótimo texto, realmente esclarecedor. Tb muito bom o texto “paradoxo do caixa”.

  • fox

    Excelente análise! Vai a fundo na contabilidade da empresa.

  • Antoine

    Fábio, parabéns pela análise. Serei um grande frequentador do seu blog.

  • Dr. Money

    Fábio, o EBITDA é o equivalente ao superávit primário na contabilidade governamental. Não é um indicador “para enganar trouxa”, mas apenas mais um entre tantos que devem ser analisados pelo investidor. Se eu puder escolher saber o EBITDA e o custo de carregamento da dívida, tenho uma informação mais rica do que saber apenas o lucro líquido. Duas empresas com o mesmo lucro líquido, mas com diferentes EBITDAs, são empresas diferentes, e que merecem análises distintas. Ignorar o EBITDA é tão ingênuo quanto considerar apenas o EBITDA na análise. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
    Abraço!

  • Diego Muniz

    Dr. Money, excelente comentário e analogia com o superávit primário. Entretanto, o escopo do artigo é demonstrar que o não vale mais a pena ver o Ebitda em empresas alavancadas. De fato é interessante notar esse indicador para empresas pouco ou nada alavancadas, mas quando se trata de empresas muito endividadas, sua eficácia vai por água abaixo e acaba se tornando um esforço desnecessário analisá-lo.

    Não se esqueça ainda que argumentamos apenas sobre uma das partes do que vem depois do Ebitda, ou seja, os juros. Ainda há a questão muito pouco considerada da depreciação, que muitos julgam pouco importante, mas é uma despesa considerável, embora não tenha efeito caixa.

    Obrigado pelo excelente comentário.

    Abraços.

  • Ddg

    Olá pessoal,

    Alguém sabe qual link consigo A Fantasia do Ebitda (2011) na integra ?

    • Fábio Almeida

      Procure no arquivo do blog!

  • Geiza

    Boa noite, alguém sabe de algum artigo ou site que relate a situação financeira atual do Marfrig ?